sábado, 3 de julho de 2010

CONFIRA OS FERIADOS NACIONAIS 2010

Janeiro:
01/01(sexta feira): Confraternização Universal

Fevereiro:
16/02 Terça-feira de Carnaval

Abril:
02/04 Sexta-feira da Paixão
21/04 (quarta-feira) Tiradentes

Maio:
01/05 (sábado) Dia do Trabalhador

Junho:
03/06 (quinta-feira) Corpus Christi

Setembro:
07/09 (terça-feira) Independência do Brasil

Outubro:
12/10 (terça-feira) Nossa Sra. Aparecida

Novembro:
02/11 (terça-feira) Finados
15/11 (segunda-feira) Proclamação da República

Dezembro:
25/12 (sábado) Natal

DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA E PSICOPEDAGOGIA

DESEJA UM MOMENTO COM A PSICOPEDAGOGA CLÁUDIA PESSOA ENTÃO MARQUE UM HORÁRIO
AS SEGUNDAS-FEIRAS A PARTIR DAS 7H

Seu filho não vai bem na escola? Tem dificuldades em aprender? Problemas escolares? É inquieto? Desobediente? Desinteressado? Desatento? Agressivo? A Orientadora solicita sua presença constantemente na escola? A professora pede ajuda?Quando esse pedido de ajuda está ligado à aprendizagem, procure um Psicopedagogo!


CAMILLA DE BRITO

STRESS AFETA MEMÓRIA E APRENDIZAGEM


Para entender como o stress afeta a memória, vamos a alguns dados básicos sobre como as memórias são formadas (consolidadas), como são recordadas e como podem desaparecer. A memória não é monolítica: pode ter vários “sabores”. Uma dicotomia particularmente importante é a entre memórias de curto e longo prazo. Com a primeira, você lê um número de telefone, corre pela sala antes de esquecê-lo e martela os dígitos. Depois o número se perde para sempre. Já a memória de longo prazo é a que você usa para se lembrar do que comeu no jantar de ontem, quantos netos tem ou onde fez a faculdade. Outra distinção importante é entre memória explícita (também conhecida como declarativa) e implícita (que inclui um subtipo importante, a chamada memória processual), memória explícita se refere a fatos e eventos, ao lado de sua percepção consciente de sabê-los: sou um mamífero, hoje é segunda-feira, meu dentista tem sobrancelhas grossas. Já as memórias implícitas processuais têm a ver com habilidades e hábitos,como fazer coisas mesmo sem ter de pensar conscientemente nelas: mudar as marchas do carro, andar de bicicleta, dançar foxtrote. Com prática suficiente, essas memórias podem ser transferidas entre as formas explícita e implícita de armazenamento. Assim como existem diferentes tipos de memória, áreas distintas do cérebro estão envolvidas no armazenamento e na recuperação de informações. Um dos lugares críticos é o córtex, a enorme superfície cheia de circunvoluções do cérebro. Outro é a região espremida logo abaixo de parte do córtex, o hipocampo. Se quiser uma metáfora computacional totalmente simplista, pense no córtex como seu disco rígido, onde as memórias são guardadas, e no hipocampo como seu teclado, o meio que você usa para distribuir e acessar as memórias. Final¬mente, estruturas do cérebro que regu¬lam os movimentos do corpo, como o cerebelo, também estão envolvidas na memória implícita processual. Agora, vamos aumentara ampliação do nosso microscópio e examinar o que acontece no nível dos conjuntos de neurônios dentro do córtex e do hipocampo. Oe sabemos é armazenado nos padrões de excitação de vastos conjuntos de neurônios — no jargão da moda, “redes” neuronais. Tiramos partido dessas redes convergentes sempre que tentamos recordar uma memória que está na ponta da língua. Imagine que você esteja tentando lembrar o nome de um pintor, aquele cara, qual éo nome dele? “Era aquele cara baixinho com barba (ativando suas redes ‘cara baixinho’ e ‘cara com barba’). Ele pintou aquele monte de dançarinas parisienses, não era o Degas (mais duas redes entram no jogo). Ah, lembra
daquela vez em que eu estava no museu e tinha aquela gata que eu estava tentando paquerar na frente de um dos quadros dele.., como era mesmo aquele trocadilho tonto sobre o nome do cara, aquele do nó no treco?”. Com redes suficientes funcionando, você finalmente chega ao único fato que é a intersecção de todas elas: Toulouse-Lautrec.
SINAPSES COMPLEXAS
Hoje, os neurocientístas consideram que tanto a aquisição quanto o armazenamento das memórias envolve o “fortalecimento” de algumas redes em detrimento de outras. Para observar como isso ocorre, vamos aumentar ainda mais a ampliação, para visualizar os espaços minúsculos entre os ramos tortuosos dos neurônios, as chamadas sinapses. Quando um neurônio quer transmitir alguma fofoca sensacional, quando uma onda de excitação elétrica atravessa essa célula nervosa, desencadeia-se a liberação de mensageiros químicos — neurotransmissores —, que flutuam através da sinapse e excitam o neurônio seguinte. Existem dezenas, provavelmente centenas de tipos de neurotransmissor e as sinapses do hipocampo e do córtex fazem uso desproporcional do que provavelmente é o neurotransmissor mais excitatório, o glutamato. As sinapses “glutamérgicas” têm duas propriedades essenciais para a memória. Primeiro, sua função é não-linear. Numa sinapse comum, um pouco de neurotransmissor do primeiro neurônio faz com que o segundo fique um pouco excitado; se um pouquinho mais de neurotransmissor ficar disponível, um pouquinho mais de excitação ocorre, e assim por diante. Nas sinapses
glutamérgicas, certa quantidade de glutamato é liberada, e nada acontece. Uma quantidade maior é liberada, e ainda assim nada acontece. Mas, quan¬do determinado limiar é ultrapassado, abrem-se as comportas do segundo neurônio, e o que se segue é uma onda maciça de excitação. É essa onda que se torna essencial para o aprendizado. A segunda característica é ainda mais importante. Nas condições adequadas, quando uma sinapse tem uma quantidade suficiente de experiências superexcitatórias causadas pelo glutamato, ela se torna mais excitável permanentemente. Essa sinapse acabou de aprender algo, ou seja, foi “potencializada” ou fortalecida. Daí em diante, basta um sinal mais sutil para recordar uma memória. Agora, podemos ver o que acontece quando o sistema reage ao stress.O primeiro ponto, claro, é que o stress leve ou moderado melhora a memória. Trata-se do tipo de stress ótimo que nós chamaríamos de “estimulação”— ajuda a nos sentirmos alertas e focados. Larry Cahill eJames
McGaugh, da Universidade da Califórnia em Irvine, fizeram um teste particularmente elegante nessa seara. Pessoas que ouviam uma história com uma passagem particularmente emocionante se lembravam mais dos componentes emocionais da trama do que as que ouviam uma história uniforme-mente desinteressante. O estudo também indicou como esse efeito atua sobre a memória (para saber ntais sobre as cascatas bioqu (micas do stress, ver a ilustração acima). O sistema nervoso simpático entra em ação, despejando epinefrina e norepinefrmna na corrente sangüínea. A estimulação simpática parece ser essencial, porque quando Cahill e McGaugh deram aos pacientes uma droga que detém a ati¬vaçãodo sistema (o bloqueador beta propanolol, medicamento usado para baixar a pressão), o gmpo não se lembrou mais da história mais animada do que o grupo controle se lembrava da sua. Não é que o propanolol impeça a formação de memórias. Naverdade, a droga atrapalha a formação de memórias auxiliada pelo stress. Em
outras palavras, as pessoas se lembravam das partes chatas da história tão bem quando os controles, mas não obtinham o aumento da memória proporcionado pela parte emocionante.o sistema nervoso simpático leva o hipocampo indiretamente a um estado mais alerta e ativo, o qual, por sua vez, facilita a consolidação das memórias. Isso envolve uma área do cérebro que também é essencial para entender a ansiedade, a amígdala. O sistema nervoso simpático também faz com que as necessidades energéticas de potencialização dos neurônios sejam satisfeitas mobilizando glicose na corrente sangüinea e aumentado a força com que o sangue é bombeado para o cérebro. Um grupo importante de hormônios liberados em resposta ao stress é o dos glicocorticóides. Secretados pela glândula adrenal, eles muitas vezes agem como sua prima mais famosa, a epinefrmna (também conhecida como adrenalina). Ela age em segundos; os glicocorticóides apóiam essa atividade ao longo de minutos ou horas. De fato, uma elevação leve dos níveis de glicocorticóides facilita o processo peloqual as sinapses do neocórtex e do hipocampo se tornam mais sensíveis aos sinais do glutamato, a potencialização de longo prazo que é a base do aprendizado. Uma elevação desse nível também facilita a potencialização de longo prazo no hipocampo. Finalmente, há alguns mecanismos obscuros pelos quais o stress
moderado, de curto prazo, toma os receptores sensoriais mais sensíveis. Papilas gustativas, receptores olfativos e células cocleares do ouvido exigem menos estimulação, sob stress mode¬rado, para ficar excitados e transmitir informação para o cérebro. Agora, podemos ver como a formação e a recuperação de memórias podem ficar desajustadas quando os fatores de stress são grandes ou prolongados. Vários estudos com ratos de laboratório — usando diferentes fontes de stress, como restrição, choque e exposição ao odor de um gato — mostraram declínio na memória explícita. Um déficit parecido surge quando doses elevadas de glicocoiticóides são administradas a ratos. Outros aspectos da função cerebral, como a memória implícita, continuam bem.
Fonte www.psicopedagogavaleria.com.br

HOJE É DIA DE FESTA...ANIVERSÁRIO DO QUERIDO RODRIGO: PARABÉNS

PARABÉNS CAMPEÃO!!!
BEIJOS DE TODOS QUE FAZEM O CRL

PARA REFLETIR

"NÃO CORRA ATRÁS DAS BORBOLETAS, PLANTE UMA FLOR NO SEU JARDIM E TODAS AS BORBOLETAS IRÃO ATÉ ELA." (D. ELHERS)

segunda-feira, 28 de junho de 2010

INFORMATIVO DE FÉRIAS

PROGRAMAÇÃO DE FÉRIAS CRL 2010 COM UMA SUPER COPA

                            VOCÊ NÃO PODE FICAR DE FORA

VEJA TODA A PROGRAMAÇÃO

1ª semana – de 05 a 09/07 de julho – Esporte & Lazer

 SEGUNDA       TERÇA       QUARTA     QUINTA     SEXTA

Apresentação        Esportes       Circuito           Esportes     Cine  CRL
com recreação                            Motor
e regulamento
da Super
Copa CRL
                                             

  Lanche           Lanche        Lanche        Lanche        Pic-nic

 Base 4                Informática       Gincana       Recriarte     Grande jogo
                              Musical     (oficinas de     (Mustafá e
                                                brinquedos)    os ladrões)

 2ª semana – de 12 a 16/07 de julho – Brincar de brincar

 SEGUNDA            TERÇA       QUARTA           QUINTA         SEXTA

Apresentação        Recriarte     Cine CRL       Piscina &            Surpresa
com recreação      (fantoche)                        Jogos aquáticos
   
     Lanche            Lanche          Lanche            Lanche            Pic-nic

 Caça ao              Carimba       Grande jogo    Piscina &             Grande jogo 
 tesouro         ameba & jokey    (DDDrim)   Jogos aquáticos         (canibal)                  
                             poll linha
                 
Programação sujeita as modificações de acordo com o grupo de colônis.
Não nos responsabilizamos por objetos de valor dos colônis não  solicitados

Cada criança deverá trazer diariamente uma roupa extra, toalha, pente/escova e produtos de higiene pessoal.

HORÁRIOS:

MANHÃ: 8hAS 11h30min              TARDE: 14 ÀS 17h
INVESTIMENTOS: R$ 50,00 por semana

Obs.: Irmãos têm 10% de desconto.
 

 Faça já sua reserva pelo telefone: 3495-1239

Responsável: Profº Supervisor de Educação Física Thiago Miranda

terça-feira, 15 de junho de 2010

QUADRILHA JUNINA


QUADRILHA JUNINA



As festas juninas têm início no dia 19 de março, dia de São José, justamente quando se dá o plantio do milho, cereal básico de toda a culinária do período junino. E a partir de então percebe-se a movimentação de artistas que se dedicam, como compositores e intérpretes, ao forró, xaxado, coco e ciranda, divulgando suas músicas, seus grupos de danças típicas e seus shows. Paralelamente ao trabalho dos produtores culturais, a juventude também inicia o natural burburinho de ensaios de quadrilhas - a dança típica do ciclo junino.

ORIGEM

Originária das velhas danças populares das áreas rurais da Normandia e da Inglaterra, a quadrilha chega ao Brasil através dos mestres franceses Milliet e Cavalier, como uma das danças de salão preferidas pela nobreza do século XVIII e XIX.
O pesquisador Lula Gonzaga diz textualmente que a quadrilha "tornou-se uma das mais animadas danças de salão da Europa, nos Estados Unidos e no Brasil durante o século XIX. Esta dança palaciana teve gosto na França no século XVIII, sendo muito popular na era napoleônica. Foi registrada na Inglaterra em 1815 e em Berlim em 1820. A data desta manifestação no Brasil foi possivelmente em 1820, quando sua presença era notada em festas palacianas em várias comemorações e até no carnaval.
No Brasil, os grupos da elite imperial, que procuravam acompanhar o gosto europeu em termos de moda, leitura, danças, e até comida, trouxeram o costume daquele continente no início do século XIX."
Esses costumes popularizaram-se de tal forma e em toda a parte, que perderam um pouco de sua pose aristocrática, saindo dos salões palacianos para ruas e clubes populares.

DANÇA PALACIANA

Enquanto dança palaciana, de elite, a Quadrilha tinha cinco partes com marcação em francês. Lula Gonzaga nos passa as informações mais importantes:
1ª parte: La chaine continue des dames (a corrente contínua de damas).
2ª parte: La nouvelle Traine (a nova corrente).
3ª parte: La corbeille (a cesta de flores).
4ª parte: Double pastourelle (dupla pastorinha).
Essas partes eram no andamento Alegro e Alegretto e finalmente, a 5ª parte: Boulangère (padeira) ou Casescroise (quebrado-cruzado). A quadrilha terminava por "En avant" geral ou "Galope", mais tarde modificado como polca, mazurca ou valsa.

Conforme Roberto Benjamin, "a quadrilha, hoje associada ao casamento matuto vai se transformando em um folguedo de natureza complexa. O casamento matuto é a representação onde os jovens debocham com muita liberdade e malícia da instituição do casamento, da severidade dos pais, do sexo pré-nupcial e suas consequências, do machismo, etc. Tal representação crítica acaba por reforçar os papéis sociais e os valores da moral tradicional.
Um aspecto deve ser evidenciado - os festejos juninos são a festa da adolescência, e da juventude, talvez ainda como uma reminiscência dos ritos de fertilidade".


CASAMENTO MATUTO. Foto: Flávia Lacerda




Personagens
O casamento matuto é representado pelos participantes da quadrilha. Os personagens são: os noivos, os pais do noivo, os pais da noiva, os padrinhos e as madrinhas, o padre, às vezes, o sacristão, o delegado, às vezes, com alguns soldados, o juiz com o escrivão; os demais integrantes do grupo são convidados. Incorporam também uma rainha e princesas do milho ou da espiga, escolhidas através da venda de votos, que é uma forma de angariar recursos financeiros para cobrir as despesas.

COREOGRAFIA

ANAVANTUR (EN AVANT, TOUT) - cavalheiros tomam as damas e andam de mãos dadas até o centro do salão, encontrando-se com a fila da frente.
ANARRIÊ (EN ARRIÈRE) - os pares, ainda de mãos dadas, voltam em marcha-ré até o ponto em que estavam e se separam, ficando cavalheiros em frente às damas.
TRAVESSÊ DE CAVALHEIROS (TRAVESSER) - as damas ficam paradas e os cavalheiros atravessam o salão parando em frente à dama do outro par, cujo cavalheiro faz também o mesmo. Ao se encontrarem com as damas dos pares da frente, dâos-se os braços, fazem duas meias-voltas, indo depois para seus lugares.
TRAVESSÊ GERAL - as duas filas atravessam o salão ao mesmo tempo, cruzando-se no centro pela direita. Ao chegarem aos lugares voltam a ficar de frente para o par.
BALANCÊ COM O PAR VIS A VIS - seguem somente os cavalheiros e ao se encontrarem com as damas, vão entrelaçando o braço direito no braço direito da dama. Dão duas voltinhas e retornam a seus lugares, ficando de frente para o par.
BALANCÊ COM SEUS PARES - cavalheiro de frente para sua dama. Ambos fazem o balanceio, sem sair do lugar.
GRANDE CHÈNE (GRAND CHAÍNE) CRECHÉ OU GARRACHE - a dama dá a mão direita ao cavalheiro e este a mão esquerda à direita de outra dama e passam a trocar de mãos e de dama até que voltam a encontrar os seus pares.
SANGÉ (CHANGÊ DE DAME) - os cavalheiros rodam as damas pela sua esquerda, passando-as para trás e a cada sinal do marcador, largam as mãos das mesmas e vão pegar as da sua frente até chegarem aos pares certos.
BEIJA FLOR - os pares seguem até o meio do salão, as damas estendem a mão direita para o cavalheiro beijar.
CORTESIA - os cavalheiros dão um passo para trás sem largar a mão da dama, ficando semi-ajoelhados. As damas dão duas voltinhas pela esquerda, os cavalheiros levantam-se e aguardam o próximo passo.
CRUZ DE MALTA - os casais ímpares continuam rodando e os números pares vão-se infiltrando na roda, segurando-se nos punhos e formando rodas maiores. Os cavalheiros seguram nas mãos dos cavalheiros e as damas seguram nas mãos das damas, formando outro braço da cruz. Continuam rodando ao ritmo da música.
PASSEIO DOS NAMORADOS - o par guia sai com sua dama pela direita, o par seguinte sai pela esquerda e os demais vão imitando. Quando se encontram novamente, formam uma fila única, depois uma roda no meio da sala.
CAMINHO DA ROÇA - damas na frente, cavalheiros atrás, percorrem todo o salão, voltando aos seus lugares.
AÍ VEM CHUVA - todos fazem meia volta, marchando em sentido contrário.
É MENTIRA - Nova meia volta. Continuam marchando em roda.
CESTINHA DE FLORES - as damas levantam os braços, passando-os por cima dos ombros com a palma das mãos para cima. Os cavalheiros que estão atrás seguram as mãos da dama e continuam a marchar.
A PONTE CAIU - os cavalheiros sem largar as mãos das damas, fazem meia-volta e seguem a marcha na frente das damas.
PONTE NOVA - todos fazem meia volta pela direita sem largar as mãos das damas, continuam a marchar.
DAMAS AO CENTRO - damas formam a roda e os cavalheiros outra, por fora. Rodam todos no mesmo sentido, para a esquerda.
ARCO-ÍRIS - damas passam a roda para a direita, ficando as duas filas rodando em sentido contrário.
DAMAS EM RODA - os cavalheiros entram para dentro da roda sem largarem as mãos. Damas fazem a roda por fora e todos começam a rodar pela esquerda, procurando seus pares.
OLHA O TÚNEL - o par guia dá as mãos, levantando-as à altura dos ombros. O par próximo ao guia passa por baixo, e coloca-se ao lado, na mesma posição. Todos os demais pares fazem o mesmo.
CARACOL - os pares fazem fila indiana e a dama do par guia começa a marcha em direção ao centro do salão. Quando o caracol estiver bem unido, todos esperam a ordem do marcador.

FIM DE FESTA

As opiniões divergem bastante, entre os pesquisadores e até entre os organizadores de quadrilhas, mas o que importa, e independente da evolução e dinâmica que hoje se detecta no Ciclo Junino, é que a Festa do Fogo ainda aglutina, ainda provoca o sentimento de comunidade, de integração e, o que é mais importante, o sentimento de alegria, onde a dança, os gestos, o sorriso, a música - seja ela eletrônica ou com orquestra tradicional - determinam o jogo, a brincadeira, tão necessários à alma do ser humano, seja numa representação caricatural, seja ela trad

quarta-feira, 9 de junho de 2010

INFORMAÇÕES DA SECRETARIA

A Secretaria do CRL informa seu horário de expediente:

Manhã: das 7h:30min às 12h

Tarde: das 13h às 17h

Responsável: Sra. Gesa Santana

MATRÍCULAS ABERTAS PARA O 2º. SEMESTRE 2010

terça-feira, 8 de junho de 2010

MEU CEARÁ É ASSIM...


A história do Ceará
é muito popular
com muita coisa
pra contar.

Ele tem atores e
também pintores
cheio de amores.

Também tem artistas
e alguns humoristas
com muita alegria
pra fazer o povo sorrir.


O Ceará é cheio de alegria
e harmonia
com muita folia.

O Ceará é a paixão
do meu coração
eu amo o meu sertão.

                                      Carolina Pinheiro-7º. Ano